Del.icio.us (quarta-feira, 09/07/2008 - sábado, 12/07/2008)
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O gráfico abaixo mostra um ranking de eficácia entre os métodos de geração de leads online mais conhecidos. Nenhuma grande surpresa nos primeiros lugares (busca orgânica, links patrocinados e e-mail marketing). Entretanto, eu particularmente fiquei surpreso ao ver marketing viral tão mal colocado. Como o termo é amplo demais, fica difÃcil saber a que tipo de marketing viral a pesquisa se refere. Acredito que estamos falando de “campanhas virais” do tipo “vamos fazer um negócio engraçado para todo mundo passar pra todo mundo”. Até por que, acho difÃcil crer que campanhas como a “Sou da Lapa”, da Espalhe para a Klabin Segall, no Rio, não tenha eficácia na geração de leads qualificados.
Outra coisa que me chamou a atenção foi a última colocação dos leads gerados por distribuição de conteúdos RSS. Produtos ofertados próximos a conteúdos que tenham a ver com eles não tendem a gerar bons resultados? Ou será que quem usa RSS está interessado mesmo é no conteúdo e ignora a publicidade?
Via Marketing Charts
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Personalizar conteúdos, destaques, banners, ofertas, não é novidade. A Amazon já faz isso há um bom tempo. Mesmo sites menores investem na personalização de conteúdos para seus usuários. Seja por meio de cookies que gravam o histórico de “escolhas” que um usuário faz durantes sua navegação, seja por meio de cadastros respondidos ou hitórico de compras.
Agora, o assunto ganhou um upgrade de peso. A Escola de Administração Sloan, do MIT, desenvolveu uma técnica que permite ao site personalizar o conteúdo do usuário mesmo que ele seja um novo visitante.
A ferramenta funciona logo nos primeiros cliques do usuário, quando o sistema o encaixa em um cluster definido por padrões de cliques parecidos. A partir daÃ, o site começa a exibir conteúdos que fazem mais sentido para o tipo de pessoa que está naquele cluster.
Além do trabalho inicial de identificar padrões de cliques, há uma análise comportamental, para definir o valor desse usuário como consumidor.
A previsão dos pesquisadores é que esse tipo de ferramenta possa aumentar as vendas de um site em até 20%.
A ferramenta já está sendo testada em um protótipo de site para a British Telecom.
Via [radinho].
Link para a matéria original da Technology Review, em inglês, aqui.
O Google acaba de integrar o Google Analytics ao seu programa de anúncios na TV, o Google TV Ads.
Com isso, os anunciantes que estão veiculando na TV pelo programa do Google poderão receber relatórios com métricas sobre essas campanhas offline no mesmo modelo e ambiente das métricas online.
Que medo! Depois tem gente que diz que os caras não vão dominar o mundo!
Via IAB SmartBrief.
“Fantárdigo”
Usando a nova funcionalidade de inserir links nos vÃdeos, o cidadão criou o primeiro vÃdeo interativo do YouTube. A cabeça já começou a funcionar para ver como aplicar para a freguesia! ![]()
Alguém?
Via @trend_hunter
Quem me conhece, já vai ter uma idéia da loucura que não deve estar minha cabeça esses dias!
Bom, depois de 5 anos à frente da É Tutoria, estou mudando de casa. Segunda-feira começo na TV1.com. O ano começou cheio de surpresas para mim. Essa, com certeza, foi a maior delas. É uma super mudança pra quem passou tanto tempo dando forma a um sonho, que é a minha agência. Em todo caso, depois vou parar para escrever com calma aqui. Só estou dando o aviso assim, rapidinho, pois sei que alguns maluquetes ainda se dão ao trabalho de ler isso aqui e não vou conseguir falar com nem um quarto das pessoas que eu queria até segunda-feira.
Depois conto com calma e faço aquele dramalhão caracterÃstico!:)
Beijos e abracos.
Do caralho o conceito criado pela Y&R para a nova campanha da Ford do Canadá.
As peças foram apresentadas hoje e estarão no ar pelas próximas 6 semanas. A nova assinatura é “Powered by You” e o tagline “A car is just a car until it’s powered by you”.
Além de um conceito bastante forte, a realização é primorosa e extremamente adequada ao conceito. A campanha mostra os carros sendo montados com gente no lugar das peças. A Ford criou um hot-site com as peças da campanha. Veja aqui.
Além das peças publicitárias, a campanha está apoiada em uma comunidade social para os consumidores da Ford. Além das funcionalidades normais de comunidade, o site contará com conteúdo original produzido pela Ford e pretende ser um canal para que os consumidores discutam o que a marca está fazendo para atender as suas necessidades.
Segundo o Vice-Presidente de Marketing da Ford Canadá, o conceito é a evolução natural do posicionamento da marca, pois reafirma o compromisso da Ford em dialogar com seu consumidor e reconhece a contribuição dele para o sucesso da marca.
Vale a pena conferir!
Via Marketwire.
É eu sei! Tem tempo pra cacete que eu não escrevo.
E para piorar, perdi 10 posts que fiz nas últimas 2 semanas na “travesssia” entre um host e outro. O animal aqui exportou o banco do MySql antes de postar e esqueceu de atualizar depois. Ou seja: o último post disponÃvel aà embaixo é de uns 2 meses atrás e minha conta no host anterior já está encerrada. Não tem choro nem vela. Enfim. O importante é: depois de 2 meses de muitas viagens (entre elas uma de férias, por que afinal, depois de 2007, ninguém merecia passar o fim de ano na frente do micro. Aliás, ninguém não. Eu não merecia. O resto de vocês, cada um que faça sua auto análise) estou de volta já cheio de “pra quê isso” aqui na agência. Tem concorrência, licitação, mudança. Ou seja: mais alguns dias até que eu volte a postar co um mÃnimo aceitável de frequência. Até lá, vou guardando as tentativas de digitalização do pitoco para análises posteriores.
Há alguns dias, publiquei aqui no blog um link com usuário e senha para uma campanha da Opel produzida pela eStara.
Por falta de informação, e de correr atrás da informação, acabei passando dados que não eram de domÃnio público e ajudando a causar alguns problemas para a produtora que desenvolveu a ação para a Opel (Foram 30 mil ligaçõespara o Brasil na semana passada! Provavelmente, todas pagas pela produtora).
Hoje, recebi um e-mail na lista da qual participo, e na qual fiquei sabendo da ação, que veio da eStara explicando o por quê de a senha e usuário não estarem mais funcionando. O que acontece é que a ação é antiga e estava no ar em um hot-site demo apenas para demonstração para clientes e prospects. E não deveria ter tido a divulgação que teve.
Bom, fica aqui o pedido público de desculpas ao pessoal da eStara! E a vocês que lêem o blog. De fato, podia ter ido atrás da informação, mas resolvi passar a referência, como tantas outras que passo por aqui, por achar que se tratava de uma ação viral.
Aproveitando: apaguei o post que havia feito, mesmo que usuário e senha não estejam mais funcinoando.
Para quem já conseguiu o tão difÃcil convite do Hulu (o meu demorou 1 mês para chegar) e teve a decepção do bloqueio de conteúdo para quem é de fora dos EUA, uma solução:
Quem navega com o Hot-Spot Shield ou similar (São softwares que protegem a conexão quando você está navegando em hots-pots públicos) ligado consegue acessar todo o conteúdo do site sem maiores problemas.
Isso acontece, pois esse tipo de programa “esconde” seu IP e designa outro que é dos EUA. Com isso, o site reconhece que sua máquina está nos EUA e o bloqueio não pega a sua conexão…
Crianças, cada um por sua conta e risco. Não tenho a mÃnima idéia se isso é legal ou não.
Uma parceria entre Google, OLPC e StroyCorp abriu as portas do projeto Our Stories ontem. Um projeto que tem como objetivo resgatar, arquivar e disponibilizar histórias e estórias de gente comum, assim como eu e você.
A idéia, segundo o blog oficial do Google, é tornar a sabedoria e a experência que cada história carrega acessÃveis ao mundo inteiro.
Ainda segundo o blog do Google, uma das primeiras ações do projeto é buscar as histórias por meio dos alunos que já testam o Laptop do Negroponte e de outras criaçãs que têm acesso a dispositivos de gravação. Eles deverão usar suas máquinas para documentar as histórias e compartilhá-las online.
O Google não fala sobre isso, mas, na minha visão, essa é também uma forma de resgatar e manter vivas as pequenas partes que formam a cultura de um povo: as vivências, costumes, valores de cada um de nós.
Iniciativa muito legal dos blogueiros (ou será dos correios?) brazucas em cima da ação dos correios. Vale a pena ver e participar, mesmo que você não seja blogueiro. Achei a idéia sensacional. Simples, como costuma ser aquilo que é muito bom.
Como é bom ver pessoas inteligentes produzindo. Via de regra, o que sai da cabeça desses seres iluminados é: simples, estimulante, novo (nem sempre, mas fazer o quê? se a boa idéia já existe em um dos tantos cantos da web?) e dá um puta tesão de ver acontecendo.
A idéia à qual me refiro é o Papai Noel 2.0 da Colméia. Uma brincadeira extremamente simples que usa a plataforma do twitter para fazer sua lista de presentes de Natal. Muito bom. Os caras deram um uso diferente para a ferramenta sem mudá-la, apenas fazendo uma adaptação no hot-site da ação.
Para conhecer: http://ehnatal.colmeia.tv/
Lá no site tem todo o passo-a-passo, mas quem quiser simplificar o caminho: basta mandar uma mensagem no twitter para papainoel (@papainoel) pedindo seu presente. O hot-site deles tem um mashup que pega essas mensgaens, arquiva por usuário e, pronto, tá feita sua lista de presentes. Depois, é só mandar os amigos entrarem lá e procurarem por seu usuário que todos os seus pedidos estarão arquivados lá.
A idéia funcionaria sozinha, sem precisar de hot-site nem nada. Bastaria você ir twittando o que quer e as pessoas entrarem na sua página para ver. Mas com um ajuste simples, os caras levaram o tráfego para o site deles, divulgaram a capacidade técnica / criativa da produtora e, tudo isso, embalado numa ação extremamente simpática e com um poder de se espalhar (é, não quero usar “poder viral”. Tá ficando chato esse negócio. Tudo é viral agora…) com muita facilidade entre os usuários do twitter.
Ponto, e parabéns, para a Colméia.
Meus resultados!:)
Sociability: -3
Social media, other bloggers, networks and all that jazz don’t really interest you. You have enough friends in the real world, you don’t need more. You blog because you want to express yourself not to meet bloggers!
Interatividade e invencionices fazem parte do meu dia-a-dia profissional. Comecei minha carreira em web, passei pelo mundo offline e, hoje em dia, tenho voltado a me dedicar ao mundo interativo-digital. No entanto, sempre encarei as chamadas “novas mÃdias” assim como o nome as designa: como mÃdias. Canais de comunicação que carregam uma mensgaem do emissor ao receptor. Pilares importantes, mas que devem desempenhar papéis coadjuvantes abrindo espaço para a grande protagonista: a mensagem, que deve estar vestida de um grande conceito.
Mesmo sendo um grande defensor das novas mÃdias, e do papel central que elas devem representar nas táticas do cliente, fico incomodado com os discursos inflamados de quem acaba se enganando e colocando o canal à frente da mensagem. Por isso, fiquei muito feliz com o texto que li hoje na AdAge e que compartilho aqui com vocês. Como sempre, vai um trecho e o link para quem quiser ver o restante:
What’s More Important, the Story or the Book?
Delivery Mechanisms Should Never Overshadow the Brand
Posted by Bart Cleveland on 11.30.07 @ 02:00 PM
Sometimes we ad makers get so caught up in the latest delivery techniques we overlook the importance of the brand story we’re communicating. Delivery is technical. A story is emotional. For a brand to stick, you must connect emotionally. Utilizing the latest mobile-phone technology must not cause us to take our eye off of the branding ball. As an advertising agency, creating a brand’s story is the most important and valuable capability we offer. When we replace that story with delivery techniques we endanger our very existence. I’m not suggesting our knowledge and utilization of all communication channels is not important. It’s imperative. However, it’s what takes priority that we need to be cognizant of if we are to remain useful to our clients.
I remember reading a story in Fast Company several years ago written by Seth Godin. It was about a French baker, Lionel Poilane, who used 300-year-old recipes for his French bread — not those long loafs we think of, (they are not originally from France) but the original French bread. It is big and round and dark. Poilane was such an amazing story; Godin included him as an example of being remarkable in his book, “Purple Cow.” In fact, he dedicated the book to the memory of Lionel Poilane. Continue lendo…
Tenho um blog para dividir e arquivar conhecimento. Faço isso com algumas análises e opiniões pessoais, mas, na maioria das vezes, divido e arquivo aquilo que encontro navegando por aqui e por ali. Senti necessidade de começar a alimentá-lo, pois sou viciado em informação. Consumo o tempo inteiro. Blogs, jornais, revistas, livros, portais verticas, horizontais, transversais, listas de discussão, fóruns, etiqueta de roupa. Costumo terminar o dia devendo uns 150 artigos pro Google Reader. Não faço isso por nenhum motivo culturalmente nobre. Faço por que sofro de ansiedade crônica e uma das formas de manifestação desse mal é essa insanidade com o consumo de infromação. A impressão que tenho é que o mundo vai acabar amanhã e eu ainda não estou preparado para nada. Ou que eu nunca vou conseguir “saber das coisas”. É um horror. Algumas pessoas dizem que são os sinais do tempo, que é uma questão do mundo onde vivemos. Eu não sei. Só sei que é ótimo para minhas sessões de análise que nunca são paradas. Por tudo isso, resolvi escrever o blog. E essa experiência tem sido ótima para minha sanidade mental. Sim, pois outro problema dessa ansiedade é a sensação incessante de que vou “desaprender” tudo, esquecer o que vi, ouvi, li ou mesmo pensei.
Mas por quê eu tô escrevendo um monte que, até agora, não tem nada a ver com o tÃtulo do post? Por que essa é outra caracterÃstica da debilidade mental deste que vos escreve: a necessidade de explicar, escrever, detalhar.
Enfim, voltando, ou melhor, iniciando o assunto a que se refere o tÃtulo: no meu consumo de informação diário tenho observado que a grande imprensa, principalmente a brasileira (até por que não tenho domÃnio em outras lÃnguas que me permita fazer essa análise nelas), está com um texto muito chato no dia-a-dia. Não estou falando de grandes matéiras, reportagens (que, aliás, estão em extinção entre nossas palmeiras). Estou falando sobre as pequenas notas e matérias do dia-a-dia. Os jornalistas estão escrevendo do mesmo jeito, com os mesmo adjetivos, usando as preposições e os pronomes da mesma maneira, com textos cheios de chavões e lugar-comum. Parece tudo texto de um fulano só. Claro, salvam-se muitas coisas. Principalmente fora do grande circuito. Mas, no geral, ler matérias corriqueiras da Folha, do Estado, da Globo.com ou de outros veÃculos está uma chatice. Isso, quando não me deparo com os pseudo-jornalistas que copiam o (des)estilo atual sem o domÃnio da lÃnuga. Uma tristeza.
Pois bem, vamos, finalmente, ao assunto: não tenho nada contra o corinthians e nem nada a favor. Na verdade, é um time pelo qual tenho simpatia. Mas sou flamenguista. No entanto, lendo a home da Globo.com hoje, encontrei um tÃtulo que me chamou a atenção e resolvi dar uma espiada no texto. Uma surpresa legal. A jornalista, Débora Miranda, conseguiu informar o leitor sobre um fato corriqueiro de uma maneira diferente do que estou acostumado a ler. Gostei. Nada estratosférico, maravilhoso, mas achei interessante a dissonância causada pelo texto. E acho que vale a pena dividir com vocês. Não vou colar o texto inteiro aqui, pois não falei com a jornalista e não sei qual é a polÃtica da Globo.com. De qualquer maneira, coloco os dois primeiros parágrafos e dou o link logo abaixo para quem se interessar e quiser ler mais.
“Pai, não vou deixar de ser corintiano”
Repórter conta o martÃrio da Fiel no Pacaembu durante a derrota para o Vasco
Débora Miranda Do G1, em São Paulo.
Há quem colecione datas memoráveis do futebol. Para os corintianos, 28 de novembro de 2007 é um dia que não cairá tão facilmente no esquecimento. O jogo contra o Vasco, penúltimo deste Brasileirão, poderia finalmente definir a permanência do time na Primeira Divisão.
A Fiel estava pronta para o sofrimento e para a festa. O dia amanheceu diferente. Blogs, e-mails e mensagens via celular começaram a circular logo cedo, era a convocação para o grande encontro da Nação Alvinegra no Pacaembu. Cada um com sua mandinga, cada um com sua fé, cada um tentando controlar a própria ansiedade. Cada um de nós carregando no peito o mesmo amor e a esperança de que na noite desta quarta-feira, apesar de todos os desfalques e problemas, serÃamos imbatÃveis. Continue lendo…
A HP está desenvolvendo, junto com a Crospon, uma empresa de desenvolvimento de aparelhos médicos, o substituto das injeções, pavor de muita gente.
O projeto é desenvolver uma espécie de microship com cerca de 150 micro agulhas que perfuram a pele na medida exata para o paciente não sentir dor. Isso acontece, pois as micro agulhas penetram apenas o suficiente para poder administrar a medicação (0,5mm abaixo da epiderme) e não atingem os nervos receptores de dor, que ficam a 0,75mm da epiderme.
O “Sistema de Distribuição de Drogas”, como está sendo chamado, deve estar pronto para comercialização em 2010.